A Finamac Arpifrio foi a primeira e única empresa a projetar equipamentos de grande porte genuinamente nacionais. Foi por volta de 2000, ano em que o mercado de sorvetes industriais sofreu uma forte retração e os equipamentos de custo mais elevado ficaram inviáveis.
Dos equipamentos projetados no ano 2000, somente alguns, de menor custo, foram colocados em produção e continuam até hoje, como a envasadora rotativa Gyro Filler e as máquinas contínuas para produção de sorvete.
A necessidade de nossos clientes nos fez criar uma nova forma de fabricação de equipamentos de grande porte. Chamamos de produtos feitos em parceria, por serem máquinas que envolvem estudo específico das necessidades do cliente e fabricação sob encomenda.
Consulte nossos engenheiros e informe-se como construir o equipamento mais adequado para a sua indústria de sorvetes, com o menor custo possível.
A linha TITAN é um projeto de pesquisa que busca apoio de órgãos de fomento à inovação tecnológica e também parceiros interessados da indústria. É o equipamento base para o desenvolvimento futuro de projetos ainda mais inovadores, a nível mundial, que utilizarão a tecnologia desta linha como ponto de partida e como contra partida de investimentos em pesquisa.
A indústria mundial de picolés difere da indústria brasileira porque as matérias primas encontradas no Brasil exigem muito mais dos equipamentos, visto que são adicionados granulados típicos de cada região e utilizam-se composições com maior dificuldade de congelamento.
Além disso, o clima brasileiro e as condições de operação exigem que equipamentos desse tipo trabalhem muito além do normal, situações em que os equipamentos importados não suportam pois são projetados para ambientes climatizados e com condições industriais garantidas (energia elétrica estável, sistemas de resfriamento regulares etc.).
O projeto TITAN prevê produtoras de picolés completamente automatizadas que deverão atender padrões internacionais de higiene e segurança. Seus dispositivos serão adequados aos ingredientes mais difíceis de serem dosados e congelados, bem como seu sistema de refrigeração deverá ser superdimensionado para suportar ambientes quentes e úmidos, com condições operacionais severas.
Para produções a partir de 6000 picolés/hora, o projeto TITAN é completo e poderá ser personalizado de acordo com os tipos de picolé que a indústria nacional (sobretudo) deseja produzir.
Seu funcionamento será baseado num prato giratório que contém os moldes de picolés imersos em solução especial a -40°C, sem qualquer contato com o ambiente, em volta do qual serão alocados todos os mecanismos de automatização do processo, que por sua vez serão comandados por uma central computadorizada totalmente programável.
Uma central de armazenamento permitirá a alimentação de palitos de madeira (ou similares) e das misturas a serem utilizadas nos picolés, com monitoração da central eletrônica, que avisará quando será necessário abastecer cada seção. A operação será muito simples e exigirá pouquíssima mão de obra.
A saída do equipamento será sincronizada com uma embaladora de picolés automática, também monitorada pelo computador central da máquina. Todas as operações e possíveis falhas serão totalmente acompanhadas eletronicamente, evitando travamentos e desperdícios de matérias primas durante o processo, além de oferecer segurança total ao operador.
É um projeto inteiramente preparado para limpeza C.I.P. (Clean In Place – Limpeza No Local) e seus componentes suportarão higienização industrial completa.
Indústrias de médio e grande porte poderão contar com uma solução técnica avançada na produção de picolés, a custos muito inferiores aos equipamentos similares existentes no mercado.
As soluções técnicas que serão adotadas neste projeto superam em muito o “estado da arte” atual de equipamentos para produção de picolés.
Marcelo colbert camara –
Dez
Emanoel Gladstone Paravidine Ramalho –
Aparentemente perfeita